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Palavras ditas por Buda (Gautama), há mais de 2500 anos... E ainda hoje são atitudes que precisamos tanto ouvir!! Não acredite em tudo sem analisar!!

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domingo, 9 de outubro de 2011

Música - Canção do mar - Dulce Pontes

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

VAGAS PARA TRATAMENTO DE CÂNCER NA USP - URGENTÍSSIMO



A Dra. Luciana Cini, está colocando à disposição vagas para tratamento de câncer.

Se souber de alguém que necessite deste tipo de tratamento é só ligar para ela. 
Amigos, estar doente, já é horrível. Imagine estar com Câncer Gástrico e não ter convênio ou meios para realizar o tratamento. 

Por amor, repassem esta mensagem. Dispomos de 15 vagas para pacientes com Câncer de estômago, esôfago, duodeno e intestino. 
Tratamento completo, na Gastrooncologia, com Dr. Fonseca, diretor da Oncologia do Hospital Heliópolis, aluno do Hospital do Câncer. 

Não há fila de espera. 

Dra. Luciana Cini 
(11) 9563 5430 
(11) 4975 2309

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Canção do dia de sempre

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...
Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...
E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...

(Mário Quintana)


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O fósforo e a vela

Na vida física é preciso coragem para cumprirmos nossa missão!!!!


Certo dia, o fósforo disse à vela:
– Tenho a missão de acender-te.
– Oh, não – respondeu, assustada, a vela. – Se me acenderes, meus dias estarão contados. Já mais ninguém poderá ver a beleza da minha forma e da minha cor…
O fósforo, então, confuso, perguntou à vela:
– Queres permanecer o resto de tua vida fria, dura e sem ser acesa?
– Mas ser acesa? Arder? Isso dói e consome minha força, – murmurou a vela, lamentando-se, cheia de medo.
– Tens razão, respondeu o fósforo. – Mas esse é o mistério de tua vida e de tua nobre missão. Tu e eu fomos criados para ser luz. O que posso fazer, como fósforo, é muito pouco. Mas, ao passar meu fogo para ti, cumpro o sentido de minha vida. Fizeram-me exatamente para isso: acender o fogo. Tu, por sua vez, és vela. Tua missão é irradiar luz. Enquanto te consomes, tua dor e tua energia se transformarão em luz e calor, e, por isso, necessitamos de ti e não iremos, jamais, esquecer-te. Outras velas levarão adiante a luz, mas se tu recusares, morrerás e serás esquecida.
A vela, nesse instante da conversa, abriu os olhos amplamente e, apontando firmemente para o seu pavio, disse ao fósforo, ainda que tremendo:
– Por favor, acende-me.
(Parábola extraída do livro AS MAIS BELAS PARÁBOLAS DE TODOS OS TEMPOS - Volume 2, Alexandre Rangel, Editora Leitura)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Não fugir de nós mesmos


Pela prática de meditação, gradualmente começamos a nos relacionar com nosso mundo, nossos amigos e outras situações. 
E vagarosamente começamos a confiar no mundo também. Começamos a sentir que o mundo não é tão ruim quanto imaginamos - deve haver algo que valha a pena aprender... 


Entretanto, não podemos simplesmente sair e amar o mundo. Temos de começar com nós mesmos, porque o mundo é o nosso mundo. 


Fugir de nós mesmos pelo mundo seria como tentar aceitar os raios de Sol enquanto rejeitamos o próprio Sol.


(Fonte: Condensado de The Tibetan Buddhist Teachings and Their Application, em The Collected Works of Chögyam Trungpa, Volume Três, página 522.)

Zombando do engano do EGO


Atravessar a confusão é uma tarefa fácil se soubermos o que cortar. Na filosofia tântrica, é dito que a destruição do ego é a ação espontânea da energia iluminada. O Rugido do Leão não é um rugido de vitória, mas um rugido que zomba do engano do ego. Não há lugar para a próxima confirmação do encobrimento, já que o Rugido do Leão é o atravessar constante, expondo constantemente um engano após o outro.


(Fonte: Dharmas without Blame, página 493 em The Collected Works of Chögyam Trungpa, Volume Two)


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SABEMOS SOBRE OS UNIVERSOS, TANTO QUANTO OS MICRÓBIOS SABEM SOBRE AS GALÁXIAS !!!