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Palavras ditas por Buda (Gautama), há mais de 2500 anos... E ainda hoje são atitudes que precisamos tanto ouvir!! Não acredite em tudo sem analisar!!

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sábado, 22 de maio de 2010

Compreenda os que te "atacam"

Volta e meia, alguém que se sente culpado quanto à você, não te trata lá muito bem - mesmo quando te lesou de algum modo - E se você é gentil, ainda é possível haver qualquer investida, animosidade ou "prevenção contra você".

Em princípio isso é estranho de se entender.... Porém é fácil a compreensão e explico:

Tudo começa na auto-estima.

Ao fazer-lhe mal, e ver que o fez, a auto-estima dessa pessoa é no mínimo arranhada.

Mas necessitamos sentirmo-nos bons. A auto-estima precisa se recuperar.
Como fazê-lo, ante o mal que essa pessoa lhe fez????
Vamos ver como ela reage:
Se essa pessoa pouco reflete, vai racionalizar, e como que "virar a mesa", transformando-te em "perigosa pela sua auto-estima". Afinal, foi "por sua causa" (raciocina a pessoa) que ela se viu como não tão boa como crê ser.

E assim, de vítima você passa a vilã!!!

De uma próxima vez então, essa pessoa já cai na defensiva, para preservar a auto-estima. Afinal, ela há de ter cuidado com você!!!
Mas como toda defesa é mesmo um ataque, daí ela "não a tratar lá muito bem".

Moral da história: melhor evitar distribuir sentimento de culpa!!! rs
Beijinhos iluminados, amados!
Fiquem todos na paz e luz!!!

sexta-feira, 21 de maio de 2010



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Se deseja uma relação de amor, o diálogo é fundamental!!!


O diálogo é a ponte que une as pessoas e, em especial, os casais. Quando um casal aprende a demonstrar através do diálogo o que espera do outro, o que gosta e o que não agrada, a relação fica mais verdadeira, mais duradoura.

O diálogo é capaz de unir as pessoas de tal forma que elas se tornam aptas a viver o respeito simultâneo. Quando o relacionamento começa a perder esse alicerce chamado diálogo, os parceiros vão se distanciando e, o pior, vão criando alucinações mentais, do tipo: eu acho que ela não gosta daquilo, eu acho que ele me enganou, e assim por diante. Quanto menos diálogo é criado dentro de uma relação, maior é a distância entre os parceiros.

O diálogo pode acontecer de diversas maneiras, através de olhares, palavras e atitudes. O medo de conversar é uma semente que vai crescendo na relação e, com o passar dos anos, vai corroendo os sentimentos e a união. Muitas vezes, quando um dos dois resolve falar, terminam descobrindo que já estão vivendo em mundos tão distantes e tão diferentes que já é tarde demais, pois a semente do amor foi sufocada pelo veneno da mentira, da hipocrisia e até da omissão.

Sugiro que você comece a desenvolver o poder do diálogo agora. Antes de mais nada, lembre-se que não há razão de ser qualquer situação nessa vida que não esteja baseada na verdade. De nada adianta falar, viver ou tentar qualquer atitude se a verdade não for a chave para essa experiência. Se você realmente quer viver e manter um grande amor, comprometa-se com a verdade.

Não pense que isso o torna um ser humano proibido de cometer erros. Todos nós tomamos atitudes equivocadas. Estamos num processo de crescimento e evolução, cada qual no seu nível, na sua tentativa. No entanto, quando você está comprometido com a verdade, tudo vale a pena, tudo pode ser superado, tudo pode ser perdoado.

Creio que a verdade é o maior segredo, o mais precioso tesouro, a mais nobre ferramenta humana. Não é possível existir e fazer com que a sua vida exista se o que você vive é um emaranhado de omissões, enganos e farsas. Saiba que, por mais difícil e doloroso que possa parecer (e ser) essa experiência, é somente assim que você pode estar certo de ter passado por esse mundo sendo você mesmo. Aposte nisso! Beijinhos iluminados!!!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Adversidade e um experimento - Como o mal gera o mal

Certa filha reclamou ao pai sobre sua vida e como as coisas vinham sendo difíceis para ela. Ela não sabia como continuar, queria desistir. Estava cansada de brigar e se esforçar. Parecia que, assim que um problema se resolvia, outro surgia.

Seu pai, um chef de cozinha, levou-a à cozinha, encheu três potes com água e acendeu fogo alto. Logo, nos três potes a água ferveu. Em um, ele pôs cenouras, no outro, ovos, e no último, grãos de café moído. Deixou-os ferver e assentar, sem dizer palavra.

A filha mordia os lábios e imaginava ansiosa o que ele estava tentando fazer. Ela tinha problemas, e ele estava fazendo este cozimento estranho. Depois de meia hora, ele foi até o forno e desligou o fogo. Tirou as cenouras e as colocou em uma tigela. Tirou também os ovos. Tirou com uma concha o café e colocou-o em outra tigela.

Virando-se para a filha, ele perguntou: "Querida, o que vês?" Espertamente, ela respondeu: "Cenouras, ovos e café".

Ele a fez vir mais perto e pediu que ela sentisse as cenouras. Ela notou então que elas estavam macias. Então, ele disse que ela pegasse um ovo e o quebrasse. Depois de tirar a casca, ela observou o ovo bem cozido. Finalmente, ele pediu que ela provasse o café. Seu rosto franziu devido à força do café.

Timidamente, ela perguntou: "O que significa isto, pai?" Ele explicou. "Cada um deles enfrentou a mesma adversidade: 100 graus centígrados de água fervente. Entretanto, cada um deles reagiu de modo diferente."

"A cenoura entrou no fogo forte, dura e inflexível. Mas, depois de ferver, amaciou e se enfraqueceu.

"O ovo era frágil. Uma casca fina protegia um líquido central. Mas, depois da fervura, seu interior se tornou endurecido."

"Os grãos de café são únicos, no entanto. Depois do seu tempo na água fervente, eles se tornam mais fortes e ricos."

"Qual destes é você?" o chef perguntou à filha. Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um grão de café?

Você é como a cenoura que parece dura, mas com um pouquinho de dor, adversidade e calor você murcha e se torna macia e sem força?

Você é como o ovo, que começa com um coração maleável? Um espírito fluido, mas depois de uma morte, uma quebra, um divórcio, uma demissão, você se torna endurecido e rígido. Sua casca parece a mesma, mas você está bem amargo, enrijecido e internamente com um coração e espírito inflexíveis.

Ou você é como o grão de café? O grão não alcança o seu pico de sabor e robustez até que alcance 100 graus centigrados. Quando a água se torna mais quente, ele apenas se torna mais saboroso. Quando as coisas estão piores, você se torna melhor. Quando a hora é mais sombria, e os desafios são maiores, a sua fé e força se elevam a um nível mais elevado.

(Autor desconhecido)

E aí amado??? Como você lida com a adversidade? Você é uma cenoura, um ovo ou um grão de café???

Beijinhos iluminados!

Paz e luz!




Vibrando amor e luz!!! Somente amor e luz.........

Será que ainda nesta existência conseguiremos olhar à nossa volta e perceber que as pessoas que estão perto, as que estão longe, as jovens, as velhas, as que gostamos, as que evitamos, todas enfim, nada mais são que uma preciosa e única manifestação da Unidade, do principio espiritual que a tudo governa no Universo?

Será que finalmente conseguiremos expandir nossa consciência para muito além dos limites de nossas crenças, de nossos desejos e hábitos, de nosso núcleo familiar, nossa tribo e das fronteiras de nosso Brasil, de nosso continente, abraçando virtual e amorosamente todos os seres da Terra e todos os outros viajantes cósmicos?

Será que seremos capazes de ir além da ilusão da matéria, de reconhecer nossa Divindade, nossa imortalidade e o permanente movimento de evolução que nos tem como protagonistas?

Como podemos deixar de lado, fora de foco, a essência de nossa vida em prol de aspectos materiais muitas vezes banais, limitados, que bloqueiam nosso caminho rumo à verdadeira felicidade?

Como continuar a buscar fora de nós aquilo que sempre esteve em nosso interior, escondido como um diamante bruto, por uma casca que facilmente pode ser quebrada pela vibração cristalina da música das estrelas?

Como não conseguir enxergar a beleza, a perfeição da Obra, o infinito encanto que nos é oferecido a cada manhã, a cada noite, a cada instante de observação daquilo que é, finalmente afinados às leis imutáveis que nos acompanham na viagem...

O que pode ser mais forte que a nossa realização como seres de Luz que somos, únicos em nossas características e capazes de desenvolver ações poderosas e criativas desde que consigamos assumir e manifestar nossa força real?

O que pode superar a imensa felicidade que o Amor Incondicional é capaz de nos proporcionar? A plenitude absoluta brotando de uma vida nova nascendo, do sorriso de uma criança, daquele sentimento puro de amizade e afeto... daquele abraço fraterno, de um beijo e um afago espontâneos, uma atitude desinteressada de apoio, de solidariedade para com nossos semelhantes menos favorecidos?

Bem sabemos que tudo isso não tem valor, nunca poderá ser comprado ou negociado, somente trocado entre os que dele souberem se nutrir, direto de uma Fonte generosa e inesgotável!

Pois é... a maioria corre, desmotivada e perdida - dia após dia, num movimento incessante - seguindo sinais traiçoeiros, iludida por mensagens e pseudo-exemplos de sucesso que acompanham determinados comportamentos e atitudes, normalmente modismos passageiros repetidos até a exaustão pela mídia a serviço exclusivo do lucro a qualquer custo, gerando ao final somente frustração e um profundo sentimento de alienação. Esses valores nos afastam do que é real, obrigando a maioria a acompanhar - sem sequer perceber - um movimento massificante e extremamente perigoso, que retira de nós o controle da existência, nos afastando do nosso centro, da missão de vida que escolhemos antes de encarnar.

Um comportamento destrutivo e nefasto que passa por cima das leis do Universo, gerando divisão, dualidade, agredindo a natureza e seus seres. Uma atuação impiedosa que provoca a acelerada destruição do ecossistema (aí incluindo a raça humana), ao continuar o ritmo atual de ações obtusas e irresponsáveis que são protagonizadas ou avalizadas pela maioria de nossos governantes...

Mas... o que sinto, como muitas outras pessoas à minha volta e pelo mundo afora, é que algo está acontecendo de muito positivo, a despeito da aparente loucura que nos cerca. É algo que somente os mais sensíveis percebem, provavelmente após já terem alterado o ritmo e em seguida o rumo de sua vida, atendendo a um chamado que vem de dentro, que é forte e claro. Uma mudança de atitude que exige entusiasmo, coragem, como todas as transformações importantes que nos levam a andar por espaços desconhecidos, que nos tiram da região de conforto, na qual por muito tempo estivemos presos, mas que hoje não consegue mais nos segurar!

Sim, se Você chegou até este ponto do texto, escrito como sempre com a colaboração dos Guias que estão neste momento me intuindo de forma suave, seguramente está pronto para dar mais um passo para cima, buscando sua essência, seu norte verdadeiro, sua Luz. Você se tornará mais um importante membro de uma comunidade aberta, cada vez mais ampla e determinada, um farol a iluminar outros navegantes, mais um semeador de idéias e conceitos em nome de Deus Pai/Mãe, do Grande Arquiteto do Universo, O Grande Governador de almas... Chame-O como melhor lhe agradar... afinal se não existe separação, nem dualidade, estamos todos nós na vibração que manifesta o Todo que está em Tudo: o Amor Incondicional que espera ser finalmente nossa força motriz principal, nossa bússola, nossa cartilha, que se encontra somente a um palmo de seu queixo... bem dentro de seu coração.
Beijinhos iluminados!!!!
Fiquem todos na paz e luz, amados!!!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A Menina e o Pássaro Encantado

Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo.
Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.
Os pássaros comuns, se a porta da gaiola ficar aberta, vão-se embora para nunca mais voltar. Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades… As suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava. Certa vez voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão…
— Menina, eu venho das montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que vi, como presente para ti…
E, assim, ele começava a cantar as canções e as histórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez voltou vermelho como o fogo, penacho dourado na cabeça.
— Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga. As minhas penas ficaram como aquele sol, e eu trago as canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
E de novo começavam as histórias. A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina, e por isto voltava sempre.
Mas chegava a hora da tristeza.
— Tenho de ir — dizia.
— Por favor, não vás. Fico tão triste. Terei saudades. E vou chorar…— E a menina fazia beicinho…
— Eu também terei saudades — dizia o pássaro. — Eu também vou chorar. Mas vou contar-te um segredo: as plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios… E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera do regresso, que faz com que as minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudade. Eu deixarei de ser um pássaro encantado. E tu deixarás de me amar.
Assim, ele partiu. A menina, sozinha, chorava à noite de tristeza, imaginando se o pássaro voltaria. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada: “Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá. Será meu para sempre. Não mais terei saudades. E ficarei feliz…”
Com estes pensamentos, comprou uma linda gaiola, de prata, própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera. Ele chegou finalmente, maravilhoso nas suas novas cores, com histórias diferentes para contar. Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola, para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Acordou de madrugada, com um gemido do pássaro…
— Ah! menina… O que é que fizeste? Quebrou-se o encanto. As minhas penas ficarão feias e eu esquecer-me-ei das histórias… Sem a saudade, o amor ir-se-á embora…
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas não foi isto que aconteceu. O tempo ia passando, e o pássaro ficando diferente. Caíram as plumas e o penacho. Os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio: deixou de cantar.
Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava, pensando naquilo que havia feito ao seu amigo…
Até que não aguentou mais.
Abriu a porta da gaiola.
— Podes ir, pássaro. Volta quando quiseres…
— Obrigado, menina. Tenho de partir. E preciso de partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro de nós. Sempre que ficares com saudade, eu ficarei mais bonito. Sempre que eu ficar com saudade, tu ficarás mais bonita. E enfeitar-te-ás, para me esperar…
E partiu. Voou que voou, para lugares distantes. A menina contava os dias, e a cada dia que passava a saudade crescia.
— Que bom — pensava ela — o meu pássaro está a ficar encantado de novo…
E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos, e penteava os cabelos e colocava uma flor na jarra.
— Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje…
Sem que ela se apercebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado, como o pássaro. Porque ele deveria estar a voar de qualquer lado e de qualquer lado haveria de voltar. Ah!
Mundo maravilhoso, que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama…
E foi assim que ela, cada noite, ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento: “Quem sabe se ele voltará amanhã….”
E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.


Para o adulto que for ler esta história para uma criança:
Esta é uma história sobre a separação: quando duas pessoas que se amam têm de dizer adeus…
Depois do adeus, fica aquele vazio imenso: a saudade.
Tudo se enche com a presença de uma ausência.
Ah! Como seria bom se não houvesse despedidas…
Alguns chegam a pensar em trancar em gaiolas aqueles a quem amam. Para que sejam deles, para sempre… Para que não haja mais partidas…
Poucos sabem, entretanto, que é a saudade que torna encantadas as pessoas. A saudade faz crescer o desejo. E quando o desejo cresce, preparam-se os abraços.
Para quê uma história? Quem não compreende pensa que é para divertir. Mas não é isso.
É que elas têm o poder de transfigurar o quotidiano.
Elas chamam as angústias pelos seus nomes e dizem o medo em canções. Com isto, angústias e medos ficam mais mansos.
Claro que são para crianças.
Especialmente aquelas que moram dentro de nós, e têm medo da solidão…

Extraído de : "As mais belas histórias"- Rubem Alves

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Um lembrar de "chico" ... amado Chico!!! - Um Homem chamado Amor

O sol é o médium da luz que sustenta o homem, tanto quanto o homem é o instrumento do progresso planetário.

Todos os aprendizes da fé podem converter-se em médiuns da caridade, através da qual opera o Espírito de Jesus de mil modos diferentes, em cada setor de nossa marcha evolutiva. “Se tiverdes amor, tendes tudo o que mais se pode desejar na terra, possuireis a pérola sublime que nem as circunstâncias nem as maldades dos que vos odeiam e perseguem, poderão arrebatar”.

Com estas sublimes palavras queria enaltecer esta figura maravilhosa de Francisco de Paula Cândido Xavier, espírito humilde, coração bondoso, cheio de caridade, seu cheiro exalava tudo isso que estou a afirmar agora, mesmo que tenha vivido num mundo de “provas e expiações”, dedicou sua vida nas vinte e quatro horas diárias aos fracos e oprimidos e aqueles que buscavam conforto espiritual para os males que afetavam a sua alma. Aos curiosos, aos incrédulos, atendeu com sublimidade e sempre trazia estampado na face um sorriso, um semblante de amor ao próximo.

Desde criança sofreu, passou por situações horripilantes, porém como no seu coração não existia lugar para maldade, perdoou a todos. Tudo que fazia tinha um destino certo às instituições de caridade. Psicografou mais de 400 livros e o seu primeiro: Parnaso de além-túmulo mostra a verdadeira face de um Espírita com E maiúsculo. O homem que possui o sentimento da misericórdia ativa tanto perdoa quanto esquece as ofensas.

Chico como era carinhosamente conhecido apesar do espírito jovem, já não suportava as transformações que o corpo nos proporciona com o passar do tempo, resolveu desencarnar, voltar ao mundo espiritual quando seu País se encontrava em grande euforia por mais uma grande conquista. Até na hora da desencarnação foi simples, como deveriam ser os grandes vultos da humanidade. A saudade toma conta de nossos corações, em contrapartida o mundo espiritual encontra-se em festa com a chegada deste símbolo de amor e caridade. Partiu o amor, mas ensinou como cultivá-lo. Chico assimilou tudo que Jesus afirmava, mostrou-nos que o amor a Deus sobre todas as coisas e a caridade para com o semelhante são condições principais da felicidade e da salvação.

O que me resta agora? Um até logo irmão querido e amado!!!!, que nosso Grande Governador de almas te reserve um bom lugar evolutivo nessa senda amada que é o trilhar das luzes, mereces com certeza!!!!! “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”- Jesus - (João 16:33)

Nosso amado Chico também dizia: “Tudo passa”.

Escrito por Luz.

Aipo (ou salsão) - Um legume curador

Poderes relaxantes e anti-reumatismais

Este legume conhecido como aipo para uns e "salsão" para outros, tem inúmeras propriedades medicinais. Os talos e as sementes são utilizados para efeitos sedativos e como medicamento, o reumatismo. Tem ação diurética, corrige a acidez e é ótimo depurativo.

ARTRITE - Numa panela, com 750 mililitros de água a ferver, junte 5 gramas de harpagofito (procure em casas de ervas) , 5 gramas de sementes de aipo e 5 gramas de salgueiro (casa de ervas) . Divida o preparado em quatro partes e tome duas porções por dia.

GOTA- Acrescente 15 gramas de sementes de aipo a sopas, saladas e pratos de arroz ou massa que ingere diariamente.

NERVOSISMO E INSÔNIA - O sumo do talo desta planta é um relaxante natural, que a ajudará a normalizar o sono. Tome-o antes de dormir.

PERDA DE MEMÓRIA - Em forma de infusão, as sementes de aipo ajudam a estimular a memória. É também ótimo para quem ingere pouco peixe.

DR. Custódio César, Nutricionista

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SABEMOS SOBRE OS UNIVERSOS, TANTO QUANTO OS MICRÓBIOS SABEM SOBRE AS GALÁXIAS !!!