O namoro é dinâmico como a própria vida das pessoas.
Hoje a liberdade é enorme quando se fala desse assunto, o que, aliás, torna-se ocasião para muitos desvirtuamentos em termos de namoro.
Coisas que para a geração anterior era impensável, hoje tornou-se comum entre os jovens; por exemplo, viajar juntos sem os pais; dormirem na mesma casa, etc.
Se por um lado esta liberação pode até facilitar a maturidade dos jovens namorados, não há como negar que é uma oportunidade imensa para que o relacionamento deles ultrapasse os limites de namorados e precipite a vida sexual.
Lamentavelmente tornou-se comum entre os casais de namorados a vida sexual, inadequada nesta fase.
O namoro, como já mostramos, é o tempo de conhecer o outro, escolher o parceiro com quem a vida será vivida até a morte, e é o tempo de crescimento a dois.
Tudo isto será vivido através de um diálogo rico dos dois, pelo qual cada um vai se revelando ao outro, trocando as suas experiências e as suas riquezas interiores, e assim, começa a construção recíproca de cada um, o que continuará após o casamento.
O namoro é acima de tudo o encontro de duas pessoas, capazes de pensar, refletir, cantar, sonhar, sorrir e chorar.
O mar é belo e imenso, mas não sabe disso; a terra é bela e rica, mas não sabe disso; o pássaro é belo e não sabe disso.
Você é bela, inteligente, livre, dotada de vontade e de consciência; e você sabe disso. Você não é um objeto; é uma pessoa, Um ser espiritual e psíquico.
O namoro implica no reconhecimento da “pessoa” do outro, a sua aceitação e a comunicação com ela.
É diferente conhecer uma pessoa e conhecer um objeto. O objeto é frio, a pessoa é um “mistério” ; não pode ser entendida só pela inteligência, pois a sua realidade interior é muito mais rica do que a idéia que fazemos dela pelas aparências.
Você só poderá conhecer a pessoa pelo coração e pela revelação que ela faz de si mesma a você. No objeto vale a quantidade, o peso, o tamanho; a forma, o gosto; na pessoa vale a qualidade.
O objeto é um problema a ser resolvido, a pessoa é mistério a ser revelado e compreendido. Saiba que você está diante de uma pessoa que é única (indivíduo), insubstituível, original, distinta de todos os outros...
Alguém já disse que cada pessoa é “uma palavra de Deus que não se repete”. Não fomos feitos numa fôrma. No namoro você terá que respeitar essa “individualidade” do outro, para não sufocá-lo.
Muitas crises surgem porque ambos não se respeitam como pessoas e únicos. É por isso que as comparações e os padrões rígidos podem ser prejudiciais. Você não pode querer que a sua namorada seja igual àquela moça que você conhece e admira; o seu namorado não tem que ser igual ao seu pai... Cada um é um. A liberdade é uma condição essencial da pessoa. Sem liberdade não há pessoa.
É no encontro com o outro que a pessoa se realiza; e aqui está a beleza do namoro vivido corretamente.
Ele leva você a abrir-se ao outro.
A partir daí você deixa de ser criança e começa a tornar-se adulto; porque já não olha só para si mesmo. O namoro é esse tempo bonito de inter-comunicação entre duas almas.
Mas toda revelação implica num comprometimento de ambos e num engajamento de vidas. "Tu te tornas eternamente responsável por aquele que cativas",
Disse o Pequeno Príncipe. "Você se torna responsável por aquele que se revela a você do mais íntimo do seu ser. Cuidado, portanto, para não “coisificar” a sua namorada (o) . Às vezes essa coisificação do outro se torna até meio inconsciente hoje.
Ela acontece, por exemplo, quando o noivo proíbe a noiva de usar batom, ou a proíbe de cortar os cabelos. O marido “coisifica” a esposa quando a obriga a ter uma relação sexual com ele, quando não a permite participar das “suas” decisões financeiras; etc. O namorado “coisifica” a namorada quando faz chantagens emocionais com ela para conseguir o que quer.
A namorada “coisifica” o namorado quando o sufoca fazendo-o ficar o tempo todo do seu lado, sem que o rapaz possa fazer outros programas com os amigos. O pai coisifica o filho quando o submete a si como se fosse um escravo ... Não faça do outro um objeto, e não deixe que o relacionamento de vocês se torne numa “dominação do outro”, mas um “encontro” entre ambos.
Nem"Deus" tira a nossa liberdade; Ele a respeita, pois sem isto seríamos marionetes, robôs, e não pessoas.
Ainda que o homem se ponha contra Ele – como acontece tanto! – ainda assim Ele o ama, e nunca trata-o como um objeto. Coisificamos o outro quando o usamos; isto é triste.
O namoro é o tempo da “descoberta”, do outro. E isso se faz pelo diálogo, que é o alimento do amor. Há muitos desencontros porque falta o diálogo.
Namorar é dialogar! O diálogo é mais do que uma conversa; é um encontro de almas em busca do conhecimento e do crescimento mútuo. Sem um bom diálogo não há um namoro feliz e bonito. É pelo diálogo que o casal ´ seja de namorados ou cônjuges – aprende a se conhecer, ajudam´se mutuamente a corrigir as suas falhas, vencem as dificuldades, cultivam o amor, se aperfeiçoam e se unem cada vez mais.
Os namorados que sabem dialogar sabem escolher bem a pessoa adequada, fazendo uma escolha com lucidez e conhecimento maduro. Sem diálogo o casal não cresce, e o namoro não evolui, porque cada um fica trancado e isolado com os seus próprios problemas.
Sem ele o casal pode cair na “crise do silêncio”, ou apenas trocar palavras vazias, ou ainda, o que é pior, discutir e brigar. Por falta do diálogo, muitas vezes, cada um leva a “sua” vida e ignora o outro; ora, isto não é vida a dois, nem preparação para o casamento.
São muitas as dificuldades para o diálogo, mas há também muitos pontos que o favorecem. Vamos examiná´los.
Muitos não conseguem dialogar porque não estavam habituados a isto antes do namoro. Pode ser que tenha vindo de uma família que não tinha esse hábito. Neste caso, será preciso ter a intenção de dialogar, romper o mutismo e abrir-se. Também o orgulho, o medo de reconhecer os próprios erros, o não querer "dar o braço a torcer", a vaidade de querer sempre ter razão, bloqueiam o diálogo.
A falta de tempo, o trabalho em demasia, a televisão, o jornal, a revista, a internet, podem prejudicar o diálogo; se não forem dosados... Há também os condicionamentos de infância; às vezes a autoridade excessiva dos pais, a falta de liberdade para expressar as próprias idéias e opiniões; a super proteção que sufocou o espírito de iniciativa; a falta de participação nas soluções dos problemas familiares; tudo isto dificulta o diálogo. Portanto, será preciso esforço, vontade de vencer-se e acertar.
Para haver diálogo você precisa aprender a ouvir o outro; ter paciência para entender o que ele quer dizer, e, só depois, concordar ou discordar. Seja paciente, não corte a palavra do outro antes dele completá´la. Lembre-se, diálogo não é discussão.
É preferível “perder” uma discussão do que dominar o outro. Dialogar é acolher o outro com o coração disponível. É aprender a “olhar” o outro, conhecer sua vida profissional, familiar, seus gostos, suas aspirações, dificuldades, lutas... com respeito e atenção.
Deixe que o outro tenha “entrada franca” no coração. Não ponha “cães de guarda” nas portas do seu palácio interior pois o outro pode ficar com medo de entrar. Quem são esses cães? O seu orgulho refinado, sutil, mas que esnoba e subjuga o outro... O seu egoísmo que chama tudo sempre para você. A inveja do sucesso do outro, que o impede de crescer.
A sua ironia que faz pouco caso do que ele está dizendo... A sua estupidez e grosseria que magoam o outro... São esses – e muitos outros – os “cães de guarda” que pomos à porta do coração. Às vezes ela ou ele vai embora dizendo: “Não tive coragem de entrar... tive medo que ele risse de mim... que não me compreendesse... tive medo de ser ridícula”. Não deixe que ele fique te esperando tanto até desanimar. Para que você possa acolher o outro é preciso despojar´se de si mesmo, estar disponível.
É preciso que você aceite criar este vazio no seu interior para que o outro possa ocupá´lo. É preciso fazer silêncio em você, para poder ouvir e entender a voz do outro. Só assim você será atencioso com ela (e) ; e então o diálogo acontecerá. Saiba sorrir para o outro; não custa nada e ilumina tanto!... Saiba fazer silêncio.... As palavras são os veículos da alma que se exprime, desabafa e se acalma. Aprenda a escutar o seu namorado (a) atenciosamente; preste´lhe esta homenagem. Saiba falar mais daquilo que lhe interessa, do que aquilo que interessa a você.
Não fique pensando em você enquanto o outro fala, pense nele.
Há um escrito que diz assim:
As cinco palavras mais importantes são:
“Estou muito satisfeito com você”
As quatro palavras mais importantes:
“Qual a sua opinião?”
As três palavras mais importantes:
“Faça o favor”.
As duas palavras mais importantes:
“Muito obrigado”
A palavra menos importante:
"EU" Enquanto você estiver dominado pela vontade de falar de si mesmo, é porque ainda não está apto a acolher o outro.
Entretanto, não arranque o outro do seu silêncio à força; respeite-o, e aos poucos, ajude-o a falar. Não devasse a sua intimidade.
Você está vendo que o namoro é como uma escola, um educandário do amor; por isso é belo e rico. Vá interrogando-o com suavidade sobre a sua vida, as suas preocupações, o seu passado, a sua família, a escola, etc. ... Deixe-o dizer tudo o que ele quiser, e não fique com aquele olhar distante, longe, nas nuvens... O diálogo exige gratuidade.
Se você estiver nervoso, preocupado, irritado e de mau humor, então, pegue tudo isto e entregue a Deus, na fé, para estar disponível.
O mau humor, a lamúria, a constante reclamação, são venenos mortais para o diálogo e o relacionamento. Sorria, ainda que o seu coração esteja chorando, por amor; isto não é fingimento. Saiba caminhar em direção ao outro, estenda´lhe a mão para ajudá-lo a entrar em você. Se ele vier a você cheio de problemas e angústias, não tenha pressa em querer dar´lhe a solução mágica para as suas dores.
Não, apenas deixe que ele se esvazie; deixe-o falar; só depois, quando ele tiver “posto tudo para fora”, só então, você lhe dirá uma palavra amiga, e de conforto. Quando o médico vai tratar um tumor, primeiro deixa-o vazar completamente, tira todo o material infeccioso, só depois coloca o remédio. Assim também ocorre com as “infecções da alma”; primeiro é preciso esvaziá´la, para depois curá´las. A grande necessidade das pessoas hoje é ter alguém que as ouça com tempo e disponibilidade.
Não será o namoro uma bela oportunidade também para isso? Se você quiser que o seu namorado abra´lhe a alma, e se revele do fundo do seu ser, então saiba ser receptiva, silenciosa, discreta...Então você ouvirá muitas confidências, e ele irá embora aliviado e crescido.
A experiência tem me mostrado que, mais do que conselhos, querem desabafar uma angústia que está no coração. E quando você se dispõe a ouvi-las com atenção e carinho, elas vão se acalmando e encontrando o remédio que precisam, sem que às vezes a gente não diga nada.
É a necessidade da alma humana de desabafar. Portanto, saiba que o que o outro mais precisa no diálogo é da sua atenção esmerada. Não seja aéreo enquanto o outro fala, esqueça de você mesmo neste instante. Dialogar não é discutir. Na discussão gasta-se muita energia, irrita´se e chega-se ao nervosismo que não leva a nada, ao contrário, só destrói o relacionamento. O diálogo conduz ao amor; a discussão leva à briga.
Eis a diferença. Na discussão cada um cheio de si mesmo , se acha o dono da verdade e da razão, e não abre mão disso. É o orgulho que impera. No diálogo ambos procuram a verdade juntos, não se acham cheios de razão, e não se preocupam com quem ela está. Na discussão são pessoas que se exibem querendo vencer a outra; no diálogo, são argumentos e idéias que são apresentadas. A discussão é uma luta entre dois egos orgulhosos; o diálogo é o encontro de duas almas queridas. Entendeu a diferença?
Na discussão um quer arrasar os argumentos e idéias do outro, e desmoralizar os seus raciocínios, já no diálogo cada um se esforça para compreender os argumentos e idéias do outro, ao invés de atacá-los apressadamente. Quando você discute, já dá a resposta antes mesmo que o outro termine de falar o que queria expor; no diálogo, você quer que ele repita o que disse para que você possa entendê-lo melhor. Há um sabor mórbido em arrasar o outro numa discussão.
É próprio dos adversários quando se encontram; não de namorados que se amam e querem construir-se mutuamente. O que você pode lucrar em “dobrar” o outro numa discussão.
Nada, a não ser um pouco mais de orgulho e de arrogância! Além disso você deixa o outro ferido e magoado, mais longe de você... talvez até com mágoa e ressentimento, e com ódio no coração. A discussão termina com um vencido e um vencedor, como se fosse uma guerra. Será que isto deve acontecer entre duas pessoas que se amam?
O diálogo autêntico e necessário no namoro, não admite portanto, palavras, expressões ou gestos que humilhem o outro, ou que demonstrem pouco caso, cinismo, soberba, arrogância, prepotência... “Você tem um raciocínio de criança imatura!” “Sua argumentação está toda vazia e furada!” “Você parece louca, no mundo da lua!” “Acho que você está precisando de um psiquiatra!” “Será que você não vai crescer nunca?” “Até quando você vai continuar com este seu jeito de bebê chorão?” Expressões desse tipo ferem e magoam; e exigem que se peça perdão. Ao contrário são expressões do tipo: “Você fez algo importante!” “Sua opinião é muito importante!” “Esta palavra que você disse, me fez feliz”. “A minha vida é melhor porque você está a meu lado...” E tudo isso pode e deve ser dito sem fingimento ou bajulação, sem a preocupação de entrar numa arena de disputa, mas num coração para amar.
Enfim, na discussão você está diante de um adversário a ser vencido; no diálogo, você está diante de uma pessoa a ser construída pelo amor. No entanto, se a conversa se transformar numa discussão, há uma saída nobre: deixe que o outro “vença” para que ela acabe o mais rápido possível. Perder nesta “guerra” será uma vitória do amor. No diálogo, deve´se começar sempre observando o lado positivo das coisas e dos acontecimentos, e não se deixar derrotar pelo pessimismo que só vê o lado negativo.
Lembre´se que tanto o pessimismo quanto o otimismo contagiam facilmente as pessoas, com a diferença que o otimismo eleva os ânimos. Outra coisa importante no diálogo, é que você se expresse numa linguagem que o outro o entenda, sobre um assunto que compreenda. Você não pode dar um bife a um recém nascido; e não pode dar uma feijoada a um velho doente. Se a diferença de cultura existir entre o casal, então cada um precisa se esforçar para levar o outro a compreendê-lo. E esta será mais uma tarefa do amor. Mesmo a diferença cultural e científica pode ser superada pelo diálogo e pelo amor.
É importante dizer que o compromisso de cada um, mais do que consigo mesmo, deve ser com a verdade. Se, como fruto do diálogo, você perceber que a verdade é diferente do que você pensava, então, por coerência, saiba aceitar a opinião do outro. Isto jamais será uma derrota sua, antes, uma vitória de ambos.
Numa discussão ninguém muda de opinião, pois o orgulho não permite. No diálogo, vence a verdade, surge a luz, reina a paz. Talvez agora você esteja começando a entender porque o diálogo autêntico é o instrumento indispensável para que você possa descobrir as riquezas que estão escondidas no interior da pessoa que você ama. Tudo que se faz de bom exige sacrifícios e tem um preço. Para que o casal cresça no namoro, têm que pagar o preço da renúncia ao próprio ego soberbo e arrogante, prepotente e asqueroso, exibicionista ou cheio de amor próprio. No diálogo, preocupe-se em procurar e apresentar “a “ verdade, mas não a “sua” verdade.
Não podemos ser donos da verdade; ela é autônoma, não depende de nós. Só Jesus é a Verdade; todas as outras dependem dele. Se o assunto é, por exemplo, a doença, a verdade não está comigo e nem com você, está com quem entende de medicina.
Se o assunto é religião, a verdade está com a Igreja, e não com o que eu acho ou com o que você pensa. E assim por diante. A verdade é objetiva.
Não podemos nos perder em raciocínios vazios e devaneios subjetivos que nos afastam da verdade subjetiva e da responsabilidade. Namorar é isto! Na medida que o tempo for passando, o diálogo for amadurecendo, e o namoro for se firmando, então será necessário conversar sobre as coisas do futuro, para se saber quais as aspirações que cada um traz no coração, e se elas se coadunam mutuamente. Não se trata de ficar sonhando no vazio sobre o futuro, mas de começar a escolher e a preparar a vida que ambos vão viver e construir amanhã: a família, os filhos, etc. Nada de real se faz nesta vida sem um sonho, um projeto, um plano e uma construção. Se de um lado, sonhar no vazio é uma doce ilusão, refletir sobre o que se quer construir no futuro é uma necessidade. É assim que nasce um lar.
Em tempo:Para meditar (Aprendí muito hoje .. Que eu possa ir para a prática...)
TEMPO DE RENOVAÇÃO
Perdão, Senhor!
Embora bem intencionado e cheio de boa vontade, nem sempre acertei em meu relacionamento humano.
Eu queria ser uma flor e fui um espinho...
Eu queria ser sorriso e fui mágoa...
Eu queria ser luz e fui trevas...
Eu queria ser estrela e fui eclipse...
Eu queria ser contentamento e fui tristeza...
Eu queria ser força e fui fraqueza...
Eu queria ser o amanhã e fui o ontem...
Eu queria ser paz e fui guerra...
Eu queria ser vida e fui morte...
Eu queria ser carinho e fui rudeza...
Eu queria ser sobrenatural e fui terreno...
Eu queria ser lenitivo e fui flagelo...
Eu queria ser amor e fui decepção...
Recebe, Senhor, em tuas mãos de misericórdia e perdão infinito o gosto amargo desta revisão.
(Pe. Rafael Lopes C.M)
Propósito do Blog: Levar além de conhecimento: Luz, paz, conforto, discernimento e evolução em cada ser. Como terapeuta também desejo com o blog, alterar a faixa vibratória de quem aqui adentrar positivando-os e iluminando-os! (E, muito me alegra pelo retorno que estou tendo, onde meu propósito maior está sendo cumprido!!) Aproveitem essa energia positiva, próspera e produtiva, recebam esses raios de cura! Vibrem bem, vibrem luz!! Vibrem amor e sejam o amor!! Vos amo! (((Rose_Luar)))
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Perdoar é libertar-se!!
Se alguém lhe atirasse uma pedra, o que você faria com ela?
Você a juntaria e guardaria para atirar no seu agressor em momento oportuno ou a jogaria fora?
Trataria dos ferimentos e esqueceria a pedra no lugar em que ela caiu?
Se você, amado, respondeu que a guardaria para devolver em momento oportuno, então pense em como essa pedra irá atrapalhá-lo durante a caminhada.
Vamos supor que você a guarde no bolso da camisa, onde fique bem fácil pegá-la quando for preciso.
Agora imagine como essa pedra lhe causará bastante desconforto.
- Primeiro porque será um peso morto a lhe dificultar a caminhada lhe exigindo maior esforço para mantê-la no lugar.
- Segundo porque cada vez que você for abraçar alguém, ambos sentirão aquele objeto estranho a machucar o peito.
- Terceiro porque se você ganhar uma flor, por exemplo, não poderá colocá-la no bolso já que ele estará ocupado com aquele peso inútil.
- Em quarto lugar, o seu agressor poderá desaparecer da sua vida e você nunca mais voltar a encontrá-lo e, nesse caso, terá carregado a pedra inutilmente.
Fazendo agora uma comparação com uma ofensa qualquer que você venha a receber, podemos seguir o mesmo raciocínio.
Se você guardar a ofensa para revidar em momento oportuno, pense em como será um peso inútil a sobrecarregar você.
Pense em quanto tempo perderá mentalizando o seu agressor e imaginando planos para vingar-se.
Pondere quantas vezes você deixará de sorrir para alguém pensando em como devolverá a ofensa.
E se você insistir em alimentar a idéia de revide, com o passar do tempo se tornará uma pessoa amarga e infeliz, pois esse ácido guardado em sua intimidade apagará o seu brilho e a sua vitalidade.
Mas se você pensa diferente e quando recebe uma pedrada, trata dos ferimentos e joga a pedra fora, perceberá que essa é uma decisão inteligente, pois agirá da mesma forma quando receber outra ofensa qualquer.
Quem desculpa seu agressor é verdadeiramente uma pessoa livre, pois perdoar é libertar-se.
Ademais, quem procura a vingança se iguala ao seu agressor e perde toda razão mesmo que esteja certo.
Somente pode considerar-se diferente quem age de forma diferente e não aquele que deseja fazer justiça com as próprias mãos.
Em casos de agressões que mereçam providências, devemos buscar o apoio da justiça e deixar a cargo desta os devidos recursos.
Todavia, vale ressaltar que perdoar não é apenas esquecer temporariamente as ofensas, é limpar o coração de qualquer sentimento de vingança ou de mágoa.
Pense nisso, meus amados!!!
A pedra bruta perdoa as mãos que a ferem, transformando-se em estátua valiosa.
O grão de trigo perdoa o agricultor que o atira ao solo, multiplicando-se em muitos grãos que, esmagados, enriquecem a mesa.
O ferro deixa-se dobrar sob altas temperaturas e perdoa os que o modelam, construindo segurança e conforto.
Perdoar, portanto, é impositivo para toda hora e todo instante, pois o perdão verdadeiro é como uma luz arremessada na direção da vida e que voltará sempre à fonte de onde saiu.
Uma oração de perdão criada com amor, dentre tantas existentes:
(Dica: Visualize a pessoa e/ou a situação)
Eu perdôo você... por favor, me perdoe...
Você nunca teve culpa...
Eu também nunca tive culpa...
Eu perdôo você... me perdoe, por favor.
A vida nos ensina através das discórdias...
e eu aprendi a lhe amar e a deixá-lo(a) ir de minha mente.
Você precisa viver suas próprias lições e eu também.
Eu perdôo você... me perdoe em nome de Deus.
Agora, vá ser feliz, para que eu seja também.
Que Deus te proteja e perdoe os nossos mundos.
As mágoas desapareceram de meu coração e só há Luz e Paz em minha vida.
Quero você alegre, sorrindo, onde quer que você esteja...
É tão bom soltar, parar de resistir e deixar fluir novos sentimentos!
Eu perdoei você do fundo de minha alma, porque sei que você nunca fez nada por mal e sim porque acreditou que era a melhor maneira de ser feliz...
... me perdoe por ter nutrido ódio e mágoa por tanto tempo em meu coração. Eu não sabia como era bom perdoar e soltar; eu não sabia como era bom deixar ir o que nunca me pertenceu.
Agora sei que só podemos ser felizes quando soltamos as vidas, para que sigam seus próprios sonhos e seus próprios erros.
Não quero mais controlar nada, nem ninguém. Por isso, peço que me perdoe e me solte também, para que seu coração se encha de amor, assim como o meu.
Muito obrigada!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Consolações Meritórias e o Serviço
Um juiz julgaria um culpado.
O homem bem-aventurado rende-se aos pés do réu e o perdoa.
Rende-se aos pés do acusador e o perdoa.
E pede a Deus que, em sua Justiça Infinita, faça descer sobre a Terra a Misericórdia que levará os homens a perceberem-se irmãos construtores de uma obra voltada para um Único Propósito.
Onde estão os servidores, se os que se dispõem ao Serviço julgam-se uns aos outros como em um tribunal? Por que sempre pensam a verdade e atalham os demais com aulas de discernimento ou virtudes?
É chegado o momento de mestres e discípulos caminharem por estradas de verdadeira justiça.
E a justiça encontra-se no perdão.
Não há força que tire o poder do perdão.
Não há vínculo que por ele não possa ser desatado.
Felizes o que percebem a impermanência do tempo terrestre e se preparam para a outra vida. Felizes os que assim sabem viver.
Não dizemos que não há tempo.
Dizemos que já se foi a época de consolações meritórias.
O tempo agora é de ação contínua em Serviço aos irmãos.
Nenhuma gota de sangue ou de suor deve existir por outro motivo.
Nenhum foi de cabelo deve crescer por outra razão.
Não há sábio na Terra que não reconheça o quanto é forte esta Lei: “Dá o que tens, e teu será o tesouro eterno”.
Não é difícil compreender isso; não é preciso ser culto, basta ser sensível.
Se tens pensamentos, já és possuidor.
Se tens uma idéia, já és proprietário.
Se tens um sentimento, já és avarento.
Se tens um valor, já estás endividado.
Se tens um bem, já te espreita o mal.
Se nada tens, tudo estará a teu alcance.
Além do nada, somente o Todo existe.
(Trigueirinho)
O homem bem-aventurado rende-se aos pés do réu e o perdoa.
Rende-se aos pés do acusador e o perdoa.
E pede a Deus que, em sua Justiça Infinita, faça descer sobre a Terra a Misericórdia que levará os homens a perceberem-se irmãos construtores de uma obra voltada para um Único Propósito.
Onde estão os servidores, se os que se dispõem ao Serviço julgam-se uns aos outros como em um tribunal? Por que sempre pensam a verdade e atalham os demais com aulas de discernimento ou virtudes?
É chegado o momento de mestres e discípulos caminharem por estradas de verdadeira justiça.
E a justiça encontra-se no perdão.
Não há força que tire o poder do perdão.
Não há vínculo que por ele não possa ser desatado.
Felizes o que percebem a impermanência do tempo terrestre e se preparam para a outra vida. Felizes os que assim sabem viver.
Não dizemos que não há tempo.
Dizemos que já se foi a época de consolações meritórias.
O tempo agora é de ação contínua em Serviço aos irmãos.
Nenhuma gota de sangue ou de suor deve existir por outro motivo.
Nenhum foi de cabelo deve crescer por outra razão.
Não há sábio na Terra que não reconheça o quanto é forte esta Lei: “Dá o que tens, e teu será o tesouro eterno”.
Não é difícil compreender isso; não é preciso ser culto, basta ser sensível.
Se tens pensamentos, já és possuidor.
Se tens uma idéia, já és proprietário.
Se tens um sentimento, já és avarento.
Se tens um valor, já estás endividado.
Se tens um bem, já te espreita o mal.
Se nada tens, tudo estará a teu alcance.
Além do nada, somente o Todo existe.
(Trigueirinho)
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
SE - (Hermógenes)
Se, ao final desta existência,
Alguma ansiedade me restar
E conseguir me perturbar;
Se eu me debater aflito
No conflito, na discórdia...
Se ainda ocultar verdades
Para ocultar-me,
Para ofuscar-me com fantasias por mim criadas...
Se restar abatimento e revolta
Pelo que não consegui
Possuir, fazer, dizer e mesmo ser...
Se eu retiver um pouco mais
Do pouco que é necessário
E persistir indiferente ao grande pranto do mundo...
Se algum ressentimento,
Algum ferimento
Impedir-me do imenso alívio
Que é o irrestritamente perdoar,
E, mais ainda,
Se ainda não souber sinceramente orar
Por quem me agrediu e injustiçou...
Se continuar a mediocremente
Denunciar o cisco no olho do outro
Sem conseguir vencer a treva e a trave
Em meu próprio...
Se seguir protestando
Reclamando, contestando,
Exigindo que o mundo mude
Sem qualquer esforço para mudar eu...
Se, indigente da incondicional alegria interior,
Em queixas, ais e lamúrias,
Persistir e buscar consolo, conforto, simpatia
Para a minha ainda imperiosa angústia...
Se, ainda incapaz
para a beatitude dasalmas santas,
precisar dos prazeres medíocres que o mundo vende...
Se insistir ainda que o mundo silencie
Para que possa embeber-me de silêncio,
Sem saber realizá-lo em mim...
Se minhafortaleza e segurança
São ainda construídas com os materiais
Grosseiros e frágeis
Que o mundo empresta,
E eu neles ainda acredito...
Se, imprudente e cegamente,
Continuar desejando
Adquirir,
Multiplicar,
E reter
Valores, coisas, pessoas, posições, ideologias,
Na ânsia de ser feliz...
Se, ainda presa do grande embuste,
Insistir e persistir iludido
Com a importância que me dou...
Se, ao fim de meus dias,
Continuar
Sem escutar, sem entender, sem atender,
Sem realizar o Cristo, que,
Dentro de mim,
Eu Sou,
Terei me perdido na multidão abortada
Dos perdulários dos divinos talentos, Os talentos que a Vida
A todos confia,
E serei um fraco a mais,
Um traidor da própria vida,
Da Vida que investe em mim,
Que de mim espera
E que se vê frustrada
Diante de meu fim.
Se tudo isto acontecer
Terei parasitado a Vida
E inutilmente ocupado
O tempo
E o espaço
De Deus.
Terei meramente sido vencido
Pelo fim,
Sem ter atingido aMeta .
Alguma ansiedade me restar
E conseguir me perturbar;
Se eu me debater aflito
No conflito, na discórdia...
Se ainda ocultar verdades
Para ocultar-me,
Se restar abatimento e revolta
Pelo que não consegui
Possuir, fazer, dizer e mesmo ser...
Se eu retiver um pouco mais
Do pouco que é necessário
E persistir indiferente ao grande pranto do mundo...
Se algum ressentimento,
Algum ferimento
Impedir-me do imenso alívio
Que é o irrestritamente perdoar,
E, mais ainda,
Se ainda não souber sinceramente orar
Por quem me agrediu e injustiçou...
Se continuar a mediocremente
Denunciar o cisco no olho do outro
Sem conseguir vencer a treva e a trave
Em meu próprio...
Se seguir protestando
Reclamando, contestando,
Exigindo que o mundo mude
Sem qualquer esforço para mudar eu...
Se, indigente da incondicional alegria interior,
Em queixas, ais e lamúrias,
Persistir e buscar consolo, conforto, simpatia
Se, ainda incapaz
para a beatitude das
precisar dos prazeres medíocres que o mundo vende...
Se insistir ainda que o mundo silencie
Sem saber realizá-lo em mim...
Se minha
São ainda construídas com os materiais
Grosseiros e frágeis
Que o mundo empresta,
E eu neles ainda acredito...
Se, imprudente e cegamente,
Continuar desejando
Adquirir,
Multiplicar,
E reter
Valores, coisas, pessoas, posições, ideologias,
Na ânsia de ser feliz...
Se, ainda presa do grande embuste,
Insistir e persistir iludido
Com a importância que me dou...
Se, ao fim de meus dias,
Continuar
Sem escutar, sem entender, sem atender,
Sem realizar o Cristo, que,
Dentro de mim,
Eu Sou,
Terei me perdido na multidão abortada
Dos perdulários dos divinos talentos, Os talentos que a Vida
A todos confia,
E serei um fraco a mais,
Um traidor da própria vida,
Da Vida que investe em mim,
Que de mim espera
E que se vê frustrada
Diante de meu fim.
Se tudo isto acontecer
Terei parasitado a Vida
E inutilmente ocupado
O tempo
E o espaço
De Deus.
Terei meramente sido vencido
Pelo fim,
Sem ter atingido a
Poema: SE
Autor: Hermógenes
“Deus me livre de ser normal”!
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Curiosidades,
DESPERTAR DA CONSCIENCIA - Planeta / humanidade,
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Hermógenes,
Imagens,
MEU CARÁTER-MEU JEITO-MINHA VISÃO
Professor Hermógenes
Nascido em 1922, em Natal, Rio Grande do Norte, José Hermógenes de Andrade Filho é considerado o pioneiro em medicina holística no Brasil, com mais de 42 anos de prática e ensino de yoga. Filósofo, poeta, escritor e terapeuta, o professor Hermógenes costuma dizer que se sente mais jovem hoje, aos 82 anos, do que se sentia aos 35. Doutor em yogaterapia, título concedido pelo World Development Parliament, da Índia, é o criador do treinamento anti-stress.
No entanto, se não fosse por causa de uma série de problemas de saúde vividos por Hermógenes na década de 60, o professor jamais teria se tornado o mestre em Hatha yoga, assunto sobre o qual escreveu o livro "Autoperfeição com Hatha Yoga", ainda hoje seu maior sucesso editorial. A esse livro seguiram-se outros 30, alguns editados no exterior, além da tradução de seis volumes de cunho filosófico e espiritualista. Publicou, entre outros, "Saúde na Terceira Idade" e "Yoga para Nervosos". O professor começou escrevendo livros didáticos, em 1955. Já perdeu a conta de seminários, aulas e palestras que fez no Brasil, em Portugal e na Argentina, onde, aliás, goza de um prestígio que julga maior do que em nosso país. Casado pela segunda vez, tem duas filhas do primeiro casamento.
(...)
Algumas frases de Hermógenes:
"É nas quedas que o rio cria energia!"
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"Medo se vence com segurança. Apego se vence com renúncia. Aversão se vence com amor."
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"Não queira ser melhor que os outros. Torne-se melhor para os outros!"
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"Jogaram uma pedra na tranquilidade do lago. O lago comeu-a. Sorriu ondulações. Voltou a ficar tranquilo."
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"Sei muito bem do drama dos pássaros, a disputar audiência
com os grandes ruídos do tráfego."
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"Felizmente a luz da Lua não sabe mergulhar.
Fica em cima, prateando a baía..."
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"... Tu és a semente da eternidade, do infinito..."
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"Mergulho na paz. UM DOS CAMINHOS DA DIVINIZAÇÃO É REPETIR...HAM SA, SA HAM, ou seja Eu sou Ele, Ele é eu. É um mantran universal que, à força de ser repetido com fé, convicção e tranquila insistência, acaba por realizar-se"
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"Pobre não é aquele que não tem, mas aquele que pede.
Rico, não é aquele que tem, mas aquele que dá."
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"Se eu fosse planta gostaria de um meio favorável que me fizesse crescer... Mas sou homem. Prefiro um meio adverso que me desafie a crescer."
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" Não quero mal ao que me iludiu, lastimo aquele que me deixou iludir. Eu Mesmo."
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Culto ao Uno
"Pedi a benção a Krishna e o Cristo me abençoou,
orei ao Cristo e foi Buda que me atendeu,
chamei por Buda e Krishna me respondeu."
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"Sorrir,amar, perdoar,compreender, relaxar...Esses sâo remedios poderosíssimos , e que nâo estâo á venda nas farmacias. O efeito colateral é a felicidade."
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" Se te contentas com os frutos ainda verdes, toma-os, leva-os, quantos quiseres. Se o que desejas, no entanto, são os mais saborosos, maduros, bonitos e suculentos, deverás ter paciência. Senta-te sem ansiedades. Acalma-te, ama, perdoa, renuncia, medita e guarda silêncio. Aguarda. Os frutos vão amadurecer."
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"É porque o Céu está tão distante que nossa alma sofre com saudade do Infinito. Mas é por estar tão alto e afastado que pode caber na exiguidade de olhos acostumados a contemplá-lo"
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"A canção do sabiá continua nas árvores... Ele canta indiferente a que haja ouvidos sensíveis à sua beleza. Se fosse esperar quem o escute, estaria até agora sem cantar. "
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"Pratiquem com o espírito de criança! Mais livres, com poucos julgamentos, observando tudo com encantamento."
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"Yoga é independência, é sentir-se bem e feliz em si mesmo, quando fazemos o caminho de volta para casa, momento em que nos unimos à nossa esfera mais sagrada. "
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"O egoísta ri quando seus apegos e desejos são satisfeitos e, na mesma medida, se deixa abater com o que não gosta. Atrás de tudo há um ego querendo poder, prazer e status. O resultado é uma desgraceira geral. Só podemos vencer essa doença por meio da 'humildação'. Quando nos humildamos, reduzimos o ego e ficamos mais pertinhos uns dos outros. "
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"Descobri que o corpo não pode ser visto como outra coisa senão como um meio para se chegar a uma sabedoria maior"
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"Fui aprendendo de mansinho a viver de forma suave e a aceitar de forma positiva as dificuldades que a vida me impõe, para poder transformá-las em aprendizado."
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"A paisagem exuberante despertou uns grãozinhos de poesia em mim. Muitas vezes, quando contemplava a imensidão do mar em cima de um rochedo batido pelas ondas, com a água salpicando meu rosto, pude sentir o transcendente."
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"Quem se deixa contagiar pela normose está perdido"
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"Só ao homem é possível, em si mesmo, harmonizar opostos, sintetizar tese e antítese, conjugar o masculino do Sol e o feminino da Lua"
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"Não pode ser um o que o outro é."
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"Não temas o que ainda não chegou, nem lamente o que o tempo já devorou"
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"Não deixe sua felicidade depender daquilo que pede ao mundo e aos outros"
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"Não há empresa mais importante que nossa própria vida."
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"Ao Sol é negado fazer carícias nas estrelas."
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"Não pode a Lua germinar as sementes, amadurecer os frutos, nutrir os seres. "
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"Não tem o Sol a grácil maciez romântica da Lua"
A Lei do caminhão de lixo
Um dia peguei um taxi e fomos para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saiu do estacionamento na nossa frente.
O motorista do taxi pisou no freio, deslizou e
escapou do outro carro por um triz.
O motorista do outro carro começou a gritar e gesticular reclamando. O motorista do taxi apenas sorriu e acenou para o cara num gesto amigável.
Aí eu perguntei:
Porque agiu assim? Este cara quase arruína
o seu carro e nos manda para o hospital.
E ele me "ensinou" o que eu chamo agora de "A Lei do Caminhão de Lixo".
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo.
Andam por ai carregadas de lixo, frustrações, raiva e desapontamentos.
À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente.
Por isso não devemos levar atitudes como essa, a nível pessoal. Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente.
Não pegue o lixo de ninguém, assim correríamos o risco de descarregar sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.
O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não criam caminhões de lixo, nem deixam o dos outros estragarem o seu dia.
A vida é muito curta para nos preocuparmos com bobagens.
Ame as pessoas que te tratam bem. Ignore as que te tratam mal.
Se puder ajudá-las, ótimo, se não, siga em frente ! Lembrem-se da sabedoria da água:
Ela nunca discute com seus obstáculos, simplesmente os contorna.
(Fonte: Desconhecido)
Nunca questione um herói
por que dessa forma agiu
pois ele agiu sem pensar
quando o momento surgiu:
mesmo porque se pensasse
nos prós e contras, do ato,
dificilmente teria
agido e gerado o fato
Herói nem sempre é o que ataca
geralmente é quem socorre
nem sempre o herói é quem mata
em geral ele é quem morre.
Certamente que
nos momentos decisivos
pode entender que o céu
lhe dera um anjo de amigo;
por que dessa forma agiu
pois ele agiu sem pensar
quando o momento surgiu:
mesmo porque se pensasse
nos prós e contras, do ato,
dificilmente teria
agido e gerado o fato
Herói nem sempre é o que ataca
geralmente é quem socorre
nem sempre o herói é quem mata
em geral ele é quem morre.
Certamente que
nos momentos decisivos
pode entender que o céu
lhe dera um anjo de amigo;
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